Testemunho de Conversão a Fé Católica – Manuel da Costa

Chamo me , Manuel da Costa tenho 31 anos filho de Pais Pastores  ,desde infância  os meus Pais colocaram nos na Igreja e nos ensinaram a temer  á Deus.

Durante 22 anos vivi na Provincia de Cabinda(Angola) depois fui para a Capital Luanda(Angola) para fazer a faculdade de Engenhária Informática.

A minha irmã que me recebeu na Capital era da Igreja Pentecostal ,ela tinha um carinho aos Pastores Adventistas ela comprava  Cassetes de Pregações e estudos de profecias sobre o apocalipse.

Mesmo não sendo Adventista achei interesante destas áulas,começei a estudar grandemente estas materias,até que  no ano 2008 tomei decisão de receber o Batismo por imersão na Igreja onde o meu Pai era Pastor. Continuar lendo

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Testemunho sobre o sacramento da penitência

O texto abaixo é um importante testemunho sobre a importância de um sacramento que muitas vezes é deixado de lado: a Reconciliação.

Todos os dias, eu visitava os pacientes católicos no hospital que está localizado atrás de minha paróquia. Havia uma mulher que eu sempre incluía na lista. Ela estava em estado de coma. Um dia, porém, percebendo que era enorme minha lista de pacientes, disse: “Preciso suprimir algumas visitas. Talvez a mulher em estado de coma. Ela não me pode ver nem falar-me, por isso vou tirá-la da lista.”

Porém, ao visitar os demais enfermos, senti-me culpado e decidi que seria melhor ir visitá-la. Assim fiz e sentei-me ao lado de sua cama.

– Sou o Padre Tim. Hoje é quinta-feira.

Permaneci sentado ali e pensei: “Isso é realmente absurdo. Ela não pode sequer responder-me, estou perdendo meu tempo. Não vou mais voltar, é melhor tirá-la da lista”.

Imediatamente veio-me um pensamento que não era meu: “Esta mulher necessita de absolvição de seus pecados”. Pensei: “É verdade. Essa mulher não pôde confessar-se e está em coma”.

Então inclinei-me para ela e lhe disse: “Qualquer pecado que você tenha cometido e que ainda não foi perdoado, apresente-o agora ao Senhor e, depois, eu rezarei o Ato de Contrição com você”. Esperei um momento e logo rezei o Ato de Contrição e dei-lhe a absolvição.

Enquanto me sentava na cadeira, a mulher imediatamente levantou-se da cama. Ela não me olhou, mas fitou os olhos no Crucifixo que estava na parede. Estendeu seus braços e, com um belo sorriso no rosto, disse: “Jesus!” Em seguida, caiu novamente na cama e morreu.

Virei-me para ver se Jesus estava ali. E realmente estava, mas não para que eu O visse. Ele tinha vindo por causa dela, ao pedir-Lhe por meio do sacramento da Penitência. E a mulher partiu com Ele em toda a glória!

Fonte: http://agnusdei.50webs.com/testm11.htm

Testemunhos de conversão: Ir. Themis

Testemunhos de Conversão
IR. THEMIS

(Revista “Shalom Maná”, nº 74, págs. 16 e 17)

Desde criança fui membro da igreja Presbiteriana e era muito feliz. Trabalhava como superintendente em uma escola dominical e tinha um único filho de meu casamento, que não foi bem sucedido. Meu esposo era doente mental e logo no primeiro ano de casamento precisou afastar-se. Aos quatorze anos, meu filho começou a ficar doente: tratava-se de uma anemia que não sarava, até que o médico descobriu que não era anemia o que ele tinha, mas uma leucemia que estava muito adiantada e que não tinha mais cura.

Nesse tempo eu tinha onze crianças carentes em casa e achava que isso já era uma obra bastante grande. Não imaginava que muitas outras coisas ainda aconteceriam. Então comecei o tratamento do meu filho com o Dr. Simbra Neli, um cientista muito importante no Brasil. O meu filho tinha tumores pelo corpo todo, inclusive no olho e no ouvido direito e não enxergava nem ouvia mais.

Quando chegamos perto da Páscoa ele disse: “Mãe, eu queria que você fosse ao colégio em que estudo – eu lecionava nesse colégio pela manhã; no fundo do quintal tem uma gruta e tem uma imagem que eu não sei de quem é, mas os meninos católicos acendem velas perto dessa imagem para passar de ano e a imagem está muito suja”. Eu pintava pequenas peças de gesso durante a noite para dar conta do sustento das onze crianças e do tratamento dele. Então ele continuou: “Você pega aquela imagem e pinta para eu deixar de lembrança para o colégio”.

Naquele momento eu senti emoções muito contraditórias, porque o meu filho estava morrendo e eu não podia negar-lhe nada, mas pintar uma imagem era realmente muito desagradável para mim, sendo protestante, de princípios muito bem plantados. Mas fui buscar a imagem. Era uma imagem grande, tinha mais de 80 cm, tinha as mãos abertas e estava muito suja. Eu a peguei pela cabeça e pus embaixo do braço; a diretora disse: “Ah! Themis, você não pode levar a Nossa Senhora das Graças debaixo do braço!”. Então fiquei sabendo que era uma imagem de Nossa Senhora das Graças. Para mim, pouca diferença fazia, eu queria mais que a imagem caísse e quebrasse. Cheguei em casa, pus a imagem em cima da mesa e comecei a limpá-la.

Meia-noite eu devia dar remédio para o meu filho. Ele tinha uma febre que subia muito e caía de repente. Então, de duas em duas horas eu tinha que lhe dar remédio, de dia e de noite. Quando o toquei percebi que estava queimando de febre. Ele olhou para a imagem em cima da mesa e disse: “Puxa, como essa imagem está linda!” E eu pensei que estivesse delirando por causa da febre, porque era um menino criado na igreja Presbiteriana, que nunca tinha entrado numa Igreja Católica. E continuou: “Vou fazer um voto para Nossa Senhora”. Eu senti todo o meu ser se revoltar porque protestantes não fazem votos. Mas o fato é que meu filho fez o seguinte voto: “Pelo tempo em que viver, seja muito ou pouco, quero que a minha vida sirva a Deus e quero ter uma imagem igual a essa em casa para eu me lembrar disso”. Ele voltou a dormir, porque quando tomava o remédio a febre baixava e ele dormia de novo. Foi então que entrei num grande conflito de fé, porque não poderia ser fiel à minha fé e deixar que meu filho fizesse um voto a Nossa Senhora, e muito menos ter uma imagem dela em casa, se eu era a primeira a fazer grandes palestras sobre a inutilidade de se olhar para Nossa Senhora.

Comecei então a caminhar pela casa, muito nervosa, até que chegou duas horas da manhã e fui dar o remédio para o meu filho; mas, quando pus a mão nele, de novo, tomei um susto: pensei que estava morrendo, porque a temperatura estava normal e tinham sumido todos os tumores do corpo, até o tumor do olho e do ouvido. Ele abriu os olhos, enxergou bem e disse: “Estou ouvindo, não sinto dor, estou curado”. E sem dúvida nenhuma, lá no céu Nossa Senhora deve ter feito naquela noite por mim como fez nas bodas de Caná. Deve ter dito para Jesus: “Jesus, o vinho da vida dessa mulher ignorante acabou e ela não sabe pedir”. E Jesus derramou o vinho da vida. Então eu peguei o meu filho, sem entender nada, e levei-o de volta para o médico. Ele fez todos os exames e ao final me chamou numa sala com os seus assessores e disse: “Você tem que me dizer que remédio deu para ele, porque esse menino estava morto quando saiu daqui”. Eu disse: “Eu dei o seu remédio. A única coisa diferente foi que meu filho fez um voto a Nossa Senhora e quis que rezássemos uma Ave-Maria, mas eu não sei a Ave-Maria, por isso rezamos um Pai-Nosso”. O médico deu uma grande risada e falou: “A reza não tem nada a ver com isso”.

Logo depois fui à minha igreja. Eu tinha um cargo muito importante, eu deveria dar satisfações do meu cargo ao pastor e ao conselho da Igreja, então fui e disse: “Eu quero ficar na igreja Presbiteriana porque gosto muito daqui. Não quero sair, faço um bom trabalho, mas tenho um pedido: no domingo quero pegar o microfone e dizer para os nossos irmãos protestantes que Maria Santíssima quer e pode interceder por nós. Ela não só faz isso porque não pedimos ela. Ela é mãe dos católicos, é mãe dos evangélicos, é mãe dos espíritas, é mãe dos ateus. Maria Santíssima é a mãe de Jesus e Ele quis, na última hora da sua vida, dividir sua mãe com todos nós. Acontece que alguns filhos têm os corações mais duros e ingratos e passam por ela sem perceber. E isso fazemos nós os evangélicos. Mas eu quero dizer para eles no domingo que nós devemos voltar para nossa Mãe do Céu”. Eles não concordaram que eu dissesse isso e me falaram: “Você vai para casa e fica lá dois ou três meses, lê a Bíblia novamente e depois a gente esquece tudo isso”. Aceitei, porque de fato eu precisava de um tempo.

Fui, portanto, para casa, li a Bíblia de novo e, naquela mesma Bíblia onde eu já havia decorado grandes trechos, encontrei e entendi a Eucaristia. No Evangelho de São João Jesus dizia para mim: “O meu corpo é verdadeira comida, o meu sangue é verdadeira bebida, quem come da minha carne e bebe do meu sangue viverá para sempre. Eu fiquei muito mais apaixonada por Jesus. Foi então que fui correndo para a Igreja e disse aos meus irmãos do conselho: “Eu quero ficar na igreja Evangélica, não quero sair, mas agora em vez de um problema nós temos dois, porque eu quero ficar com Maria Santíssima e com a Eucaristia. Eu quero colocar um sacrário na nossa igreja e que nós aprendamos alguma coisa sobre o Cristo maravilhoso que é vida, que vem fazer parte do meu corpo, do meu sangue, da minha alma, da minha humanidade e vem me transformar em verdadeiro sacrário. Posso carregá-lo no meio dos outros homens”. Evidentemente eles não aceitaram, porque se aceitassem converter-se-iam todos ao catolicismo.

Nós nos retiramos da igreja Presbiteriana, fomos batizados na Igreja Católica, fizemos a Primeira Comunhão, eu, meu filho e as onze crianças que moravam comigo. O colégio nos deu de presente aquela imagem que eu havia pintado. O meu filho esteve num seminário onde fez até o segundo ano de Teologia, mas depois, de acordo com o bispo, voltou para casa. Hoje é casado, tem três filhos e me ajuda na casa, dirigindo o carro, levando as crianças para todo lugar.

Atualmente temos um orfanato com trezentas crianças. A partir do momento em que eu consagrei a casa a Nossa Senhora, deixei-me levar de fato por Jesus e pedi ao bispo para colocar um sacrário dentro de casa, fazendo com que Jesus passasse a viver com a gente, aquelas onze crianças se transformaram em trezentas. Graças a Deus! Agora estamos aumentando o trabalho, estendendo o orfanato para um asilo de sessenta velhinhos desabrigados.

Fonte: agnusdei.50webs.com/testm.htm

Scott Hahn – Ministro protestante se converte ao catolicismo

Autor: Scott Hahn

Fonte: http://geocities.yahoo.com.br/jf_m2001/134.htm

Avaliação do Site:  ****

Tradução: Jaime Francisco de Moura

            Muito obrigado. É muito bom estar com vocês. Eu nunca deixo a oportunidade de mostrar e compartilhar por que eu me tornei um Católico, e como Deus trabalhou em minha vida, na vida de minha esposa, e minha família.

Isso é o que eu gostaria de compartilhar com vocês agora. Começo  com uma experiência de conversão que eu tive na escola secundária. Eu não cresci  em uma família Cristã forte. Nós não fomos muito de igreja, e assim eu não era muito religioso. O que  Deus usou em minha vida era um  organização chamada Vida Jovem, sob a direção de Jack, uma pessoa que muito me ajudou,  na escola secundária de crianças.

Depois me ensinaram a amar a Deus e a ler a Bíblia. Até que eu estivesse terminando a escola secundária, eu tinha lido a Bíblia duas ou três vezes em sua totalidade. E eu tinha me apaixonado pela Bíblia Sagrada. Como resultado disso me convenci de muitas coisas.

Primeiro, além de ler a Bíblia, Jack tinha compartilhado comigo de sua própria biblioteca pessoal e os escritos de Martinho Lutero,  João Calvino, e me tornei um Cristão protestante convencido,  não só um Cristão com a bíblia, mas alguém que foi convencido que até 1500, o Evangelho tinha estado perdido entre  o período medieval, com  superstições e práticas pagãs que a Igreja católica tinha  adotado. E assim esta primeira convicção era ajudar meus amigos católicos para o Evangelho de Jesus Cristo, lhes mostrar a Bíblia, e para  mostrar para eles que na Bíblia, você aceita Jesus como Salvador e isso era tudo. Não Maria, não os Santos, não purgatório, não devoções etc.

Naquele tempo eu estava saindo com uma menina que era católica, e nós  estávamos ficando com um namoro sério. Mas eu imaginava que não havia nenhum futuro em nossa  relação se ela permanecesse católica. Assim eu dei a ela, um livro de Loraine Boettner intitulado Catolicismo romano. O livro era conhecido como a bíblia do Anti-catolicismo. Era quatrocentos e cinqüenta páginas que encheram de todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Mas eu não soube que na ocasião, eu compartilhei isto de boa fé  com ela. Ela leu do princípio ao fim. Ela me escreveu dizendo, “obrigada pelo livro; Eu nunca voltarei contigo novamente.” Eu figurei que se a bolacha na que eles estão adorando no altar não é Deus, então eles são os idólatras, eles são os pagãos. Se o Papa em Roma não é infalível, e sim um tirano. Ele é um simples ditador espiritual.

O único católico em minha família em ambos os lados era minha amada  avó. Ela era muito quieta, muito humilde, muito santa, eu tenho que admitir. Ela também era uma católica devota. Quando faleceu, os pertences religiosos dela foram doados a meus pais. Então eu achei as contas do rosário dela, e isto me fez ficar doente por dentro. Eu soube que minha avó teve uma fé real em Jesus, mas sabia que tudo isso era mau. Assim eu rasguei separadamente  as contas do rosário. Eu pensei que essas  contas era uma cadeia e que afinal ela estava quebrada livre. Isso era  o segundo aspecto de minha própria perspectiva: que estas pessoas poderiam ter alguma  fé mas há pouco eram rodeados através de mentiras, e assim eles precisavam amar  a Bíblia.

              Bem, depois de se formar na escola secundária, decidi não só eu  procurar o ministério mas estudar teologia. A decisão veio como resultado do papel de pesquisa que eu escrevi no ano final dentro da escola secundária. Eu escrevi um papel intitulado “Sola Fide”. Isso é uma frase latina “Somente a Fé”. Era a frase que Martinho Lutero lançava na Reforma protestante. Ele disse que nós  estamos justificados, nós estamos com Deus só pela fé, não por qualquer trabalho que  poderíamos fazer. E para ele, isso era o artigo em qual a igreja estava em quedas. E por causa disso, a Igreja Católica caiu.. E assim eu entrei na faculdade com esta forte convicção. Continuar lendo

Steve e Karen Wood – ex-pastor presbiteriano nos Estados Unidos e sua esposa

O seguinte testemunho foi publicado na edição especial da revista norte-americana “Sursum Corda!” de 1996 e traduzido e publicado em português pela revista “Pergunte e Responderemos” nº 419 de Abr./97.

O caminho de Steve Wood para o Seminário Gordon-Conwell foi muito diferente do de Bill Bales e Marcus Grodi. Ele foi educado por pais fiéis e dignos presbiterianos, mas “não como uma criança dócil”, dizia ele. “Eu lhes dei muita dor de cabeça. Fui ingrato, rebelde e teimoso”. Após um par de anos muito desregrados na mais desregrada república da Universidade da Flórida, Steve desistiu de tudo, e entrou para a Marinha.

Pôs-se a procurar uma alternativa para o hedonismo ou a procura sistemática do prazer. Quando o seu navio estava no porto da baía da Virgínia, Steve empregou o seu templo livre no Edgar Cayce Institute, aprendendo misticismo e meditação orientais. Os seus companheiros da Marinha chamavam-no “o homem cósmico”. Todavia um amigo guru insistiu em que Steve aprofundasse a sua própria religião, antes de procurar mais elevadas formas de consciência de si mesmo.

“Nada quero com o Cristianismo!”, protestava Wood. Mas, diante da insistência do seu amigo, Wood comprou uma Bíblia.

“Eles vendem Bíblias no Cayce Institute de todos os tipos. Minha teologia foi fraca, de tal modo que eu não sabia a diferença entre aqueles que têm ‘Evangelhos secretos perdidos’ e aqueles que não os têm. Já que eu não tinha capacidade de discernir, eu continuava a proferir os meus Ohms, meus mantras diante da prateleira de Bíblias. Por graça de Deus, eu adquiri uma Bíblia autêntica”. Continuar lendo