O perene presépio do Sacrário

Este é um texto sobre o Natal. Nele recordamos que os Magos levaram ouro, incenso e mirra. E nós, o que levamos para o Menino Jesus? O trabalho de todas as atividades humanas.

23 de dezembro de 2011

Opus Dei – “Dias de Natal, princípios de 1939. Renascer e continuar, começar e seguir. No campo material, inércia é não mudar: não mexer no que está quieto, não parar o que se move. Porém, no espiritual, seguir e continuar nunca é inércia. Voltemos ao mesmo, sempre ao mesmo: Deus conosco, Jesus menino: e nós, guiados pelos Anjos, indo adorar o Menino Deus, que Maria e José nos mostram. Por todos os séculos, de todos os confins do orbe, carregados e animados pelo trabalho de todas as atividades humanas, irão chegando magos ao perene presépio do Sacrário. Cuida e trabalha, preparando tua oferenda – teu labor, teu dever – para esta Epifania de todos os dias”[1].

A adoração dos Magos, o Batismo do Senhor, as bodas de Caná: três manifestações da divindade do Verbo encarnado, três epifanias que estão localizadas no tempo mas têm sabor de eternidade, porque Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e sempre[2].

Na bela carta que inicia uma seção de Notícias, do mês de dezembro de 1938, pouco mais de dez anos após a fundação do Opus Dei, nosso Fundador contempla o Menino Deus em Belém. Depois de reafirmar a definição da vida interior que tantas vezes temos atualizado em nosso itinerário de aproximação ao Senhor,– começar e recomeçar –, São Josemaria une o mistério da adoração dos Magos ao nosso trabalho profissional. Relaciona o alcance eterno daquela oferenda com a dimensão divina que podem adquirir nossas ocupações cotidianas. Continuar lendo

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