Maria, toda santa!

Vamos tratar neste artigo um assunto muito importante pertinente à Maria, sua Imaculada Conceição.

A Imaculada Conceição da virgem Maria está implícita nas próprias escrituras, como podemos ver em Lucas 1,28, quando Maria é chamada de cheia de graça.Para começar, vamos analisar etimologicamente esta expressão traduzida do grego.

O texto de Lucas 1 é este:

“28 καὶ εἰσελθὼν πρὸς αὐτὴν εἶπεν: χαῖρε, κεχαριτωμένη, ὁ κύριος μετὰ σοῦ.”

Vamos analisar a palavra traduzida como “cheia de graça” ou especificadamente κεχαριτωμένη:

Ela é composta de um prefixo, o radical e um sufixo:

prefixo κε = prefixo de particípio perfeito (tempo passado indefinido)

radical χαριτοω = tornar gracioso

sufixo μένη = presente contínuo, ação que continua a ser completada (em outras palavras, significa que sempre será assim)[1]

Ou seja, o prefixo “ke” indica tempo passado indefinido de sua “charitoo”. E o sufixo “mene” indica que sempre será assim. Se o kecaritwmenh está no tempo passado indefinido, é porque em toda sua vida ela foi assim, desde a concepção. O modo de “particípio perfeito” indica que Deus a fez assim, ou seja, ela era e não estava. Se esse estado de santidade tivesse ocorrido após sua concepção deveria ser usada a palavra “caritwmenh“, que é o particípio presente. Por isso, ela foi nomeada de kecaritwmenh, ao invés do anjo dizer “chaire Maria” (Alegra-te Maria), disse “chaire kecaritomenh“.
Notemos a antonomásia que ocorre aí: em vez de “Alegra-te, Maria, o Senhor é contigo”, Deus diz por meio do anjo (uma vez que o anjo é mensageiro do Senhor): “Alegra-te, cheia de graça…”. Em outras palavras, para Deus, Maria e graça em plenitude são a mesma coisa. Justamente por que Deus a fez assim desde um tempo indeterminado (κε), que denota ser desde a sua concepção, Maria foi ontologicamente dotada de graça, ou seja, sem o pecado original. Ela foi uma exceção ao pecado, ela não nasceu jazida no poder do maligno, concluindo que diferentemente dos demais homens nascem destituídos da glória de Deus, Maria já nasceu constituída de graça plena como a palavra κεχαριτωμένη o diz.

O que é graça? É um favor imerecido. Mas, daí vem outra pergunta, qual é o efeito da graça? Vejamos: “Manifestou-se, com efeito, a graça de Deus, fonte de salvação para todos os homens. (Tito 2,11). A graça produz salvação, e o que é salvação? É ser participante da natureza divina (II Pedro 1,4). E quem é integralmente na graça, é desgraçado (pecador)?
O resto da humanidade, diferentemente de Maria, não nasceu constituída em graça, estava sob o poder da morte (reino da morte, pecado original), e só são salvos, justificados, quando recebem a graça: “Se pelo pecado de um só homem reinou a morte (por esse único homem), muito mais aqueles que receberam a abundância da graça e o dom da justiça reinarão na vida por um só, que é Jesus Cristo” (Romanos 5,17). Maria já possuia esta graça desde o momento em que foi concebida (por ser κεχαριτωμένη), e pelo que diz São Paulo aos romanos sobre o efeito da graça, vemos que a graça só é concedida tendo em vista os méritos de nosso Senhor Jesus Cristo. Isso então confirma o que é dito no dogma da Imaculada Conceição de Maria: “Declaramos, pronunciamos e definimos que a doutrina que sustenta que a Santíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua concepção, foi por singular graça e privilégio de Deus onipotente em previsão dos méritos de Cristo Jesus, Salvador do gênero humano, preservada imune de toda mancha de culpa original, foi revelada por Deus, portanto, deve ser firme e constantemente crida por todos os fiéis.” (Bula Ineffabilis Deus)

Temos também o apoio de especialistas em grego:

  • “Enquanto que Kecharitomene, particípio perfeito passivo demonstra uma integralidade com um resultado permanente. Kecharitomene denota continuação de uma ação completa.” (H. W. Smyth, Greek Grammar [Cambridge: Harvard University Press, 1968], p. 108-109, sec 1852:b; também Blass and DeBrunner, p.175).
  • “É permissível no grego gramatical e no terreno lingüístico parafrasear kecharitomene como completa, perfeita e permanentemente dotada com graça.” (Blass and DeBrunner, Greek Grammar of the New Testament).
  • “Contudo, Lucas 1:28 usa uma forma conjugada especial de “charitoo.” Ele usa “kecharitomene,” enquanto que em Efésios 1:6 usa “echaritosen,” que é uma forma diferente do verbo “charitoo.” Echaritosen significa “ele agraciou” (graça concedida). Echaritosen significa uma ação momentânea, uma ação que pode passar.” (Blass and DeBrunner, Greek Grammar of the New Testament, p.166).
  • “A ação ‘perfeita’ do particípio é considerada por ter sido completada antes do momento da fala daquele(a) que anuncia. Quanto tempo antes não é considerado, mas a idéia do grego verbal é a de que a ação já fora completada. O tempo é ainda secundário, porém, a ação concluída deve implicar o passado no relacionamento relativamente àquele que fala, ou seja, no momento em que o anjo deu a notícia a Maria, ela, na verdade, já havia sido [agraciada] antes mesmo do anúncio.”
    O tempo perfeito no grego denota um estado presente resultante de uma ação passada (J. Gresham Machen, New Testament Greek for Beginners, p. 187).

Vejamos agora também por exemplo, a tradução da “Christian Community Bible” de Lucas 1,28: “The angel came to her and said, Rejoice, full of grace, the Lord is with you”. “Full” em português, significa completa ou seja completa em graça.

Observemos também, como que um testemunho primitivo, a tradução grega daquele que sabia muito do grego koiné, Jerônimo: “et ingressus angelus ad eam dixit have gratia plena Dominus tecum benedicta tu in mulieribus”…

“Gratia plena“, plenitude da graça, onde se é graça em plenitude, existe lugar para desgraça? Existe lugar para a desgraça que é o pecado? Obviamente que não!

Vale ressaltar que a palavra “κεχαριτωμένη” é utilizada única e exclusivamente com Maria, em todo o Novo Testamento, ou melhor, em toda bíblia.[2]

Partamos agora para outro testemunho primitivo, que está no manuscrito grego encontrado em Alexandria, datado do ano 250, conhecido como “sub tuum praesidium“:

“Υπο την σην ευσπλαγχνιαν
καταφευγομεν Θεοτοκε.
τας ημων ικεσιας μη παριδης εν περιστασει,
αλλ’ εκ κινδυνων λυτρωσαι ημας,
μονη αγνη, μονη ευλογημενη.”

Tradução:

“Debaixo de tua misericórdia nós nos refugiamos ó mãe de Deus, nossas preces não desprezes nas necessidades, mas dos perigos livra-nos. Tu que és a única pura, tu que és a única abençoada.” [1]

Encontramos outros testemunhos dos primeiros cristãos:

“O Cristo foi concebido e tomou o seu crescimento de Maria, a Mãe de Deus toda pura (…) Como o Salvador do mundo tinha decretado salvar o gênero humano, nasceu da Imaculada Virgem Maria”.(Hipólito de Roma, 220 d.C.)

“(…) Mas o Senhor era sem pecado, feita de madeira incorruptível, no que diz respeito a Sua humanidade, isto é, da virgem e do Espírito Santo (…)” (Hipólito de Roma, Fragmentos).

Cirilo de Jerusalém diz que Maria concebeu de maneira imaculada:

“Essa dívida de gratidão foi devida aos homens pelas mulheres: pois Eva foi gerada de Adão, e não concebida de uma mãe, mas como foi trazida de homem sozinho. Maria, portanto, pagou a dívida, de gratidão, quando não pelo homem, mas sozinha de forma imaculada ela concebeu do Espírito Santo, pelo poder de Deus” (Leituras Catequéticas 12,29)

“Mas Ele toma o corpo da nossa espécie, e não meramente de qualquer uma, mas de uma virgem imaculada e sem mancha, sabendo que não é um homem, um corpo limpo e na própria verdade das relações do homem” (Atanásio de Alexandria, Sobre a Encarnação do Verbo 8)

Vem, então, e procure sua ovelha, não através de seus funcionários ou homens contratados, mas faze-o sozinho. Dai-me a vida corpotal e na carne, que está caída em Adão. Levante-me não de Sara, mas de Maria, uma Virgem não só imaculada, mas uma Virgem que a graça fez inviolada, livre de toda mancha de pecado” (Ambrósio de Milão, Comentário sobre o Salmo 118, 17)

Devemos excluir a Santa Virgem Maria, a respeito da qual eu não gostaria de levantar qualquer questão quando o assunto é pecados, em honra ao Senhor, porque Dele sabemos qual abundância de graça para vencer o pecado em cada detalhe foi conferido a ela que teve o mérito de conceber e suportar aquele que, sem dúvida, não tinha pecado.” (Agostinho, Sobre a natureza e a graça, XXXVI)

Temos ainda os testemunhos de “reformadores” protestantes:

  • Lutero: : “A bem-aventurada Virgem via Deus em tudo; não se apegava a criatura alguma; tudo, Ela o referia a Deus… Por isto é puríssima adoradora de Deus, Ela que exaltou Deus acima de todas as coisas” ( Weimar, tomo 1, pg.60s ).
  • Nenhuma mulher é como tu! És mais que Eva ou Sara, sobretudo, pela nobreza, bem-aventurança, sabedoria e santidade!”(Martinho Lutero, Sermão na Festa da Visitação em 1537.)
  • … de modo que enquanto a sua alma [a de Maria] estava sendo infundida, ela ao mesmo tempo foi purificada do pecado original… E assim, no momento em que ela começou a viver, ela estava sem todos os pecados.” (Obras de Martinho Lutero, vol. 4, pg 649)
  • Zwínglio: “firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que no parto e após o parto permaneceu para sempre virgem pura e íntegra” (Corpus Reformatorum: Zwingli Opera 1 424)
  • “Estimo grandemente a Mãe de Deus, a Virgem Maria perpetuamente casta e imaculada(ZO 2,189).
  • Heinrich Bullinger, sucessor de Zwínglio, testemunhou: “cremos que o corpo puríssimo da virgem Maria, Mãe de Deus e templo do Espírito Santo…foi levado pelos anjos do céu”.

Mas, poderiam objetar:

Por que Maria ofereceu um sacrifício para sua purificação? E aqueles textos que dizem que todos pecaram e destituidos estão da glória de Deus? (Ec 7,20; Rm 3,23; Rm 3,10; Rm 5,12; etc.)

Vamos contextualizar:

A Lei Antiga continha dois preceitos relativos ao nascimento dos filhos primogênitos.

O primeiro prescrevia que a mãe se considerasse impura, e ficasse retirada em casa por quarenta dias, terminados os quais devia ir ao templo “purificar-se” (Lv 12). Mandava o segundo que os pais do menino o levassem ao templo e ali o oferecessem a Deus (1). Era a lei de Moisés, a qual mandava que todo o filho primogênito fosse oferecido ao Senhor (Ex 13, 2) e depois resgatado por cinco siclos de prata (Nm 18, 16), que equivalia a 20 dias de trabalho de José.

Depois de Jesus ter nascido em Belém e de ter sido circuncidado oito dias após, Maria e José tiveram de cumprir esta dupla lei. Por quê toda família deveria cumprir estes ritos?

Esta norma da Apresentação era para lembrar aos Hebreus o prodígio acontecido em favor de seus pais, quando o Anjo exterminador feriu de morte, em uma noite, todos os primogênitos dos egípcios sem ferir os dos judeus. Foi a última das dez pragas que Deus enviou, devido à dureza do coração do Faraó, ao permanecer na decisão de não permitir a saída do povo judeu. Deus manda ao mesmo tempo, exigindo por meio de Moisés, que a partir daquela data todos os primogênitos deveriam ser entregues a Ele e depois resgatados por algum preço.

Agora, vamos analisar quê purificação é esta. Será que essa “impureza” é um pecado mesmo?

169 ακαθαρτος akathartos
TDNT – 3:427,381; adj1) não purificado, sujo, imundo 1a) em um sentido cerimonial: aquilo do qual alguém deve privar-se de acordo com a lei levítica [1]

Para uma melhor compreensão, vejamos o antônimo da palavra akathartos:

2513 καθαρος
1) aquilo que é puro como sendo limpo, livre de sujeira e de mancha. 1b) num sentido levítico 1b1) limpar, o uso do que não é proibido, que não torna impuro [1]

Vemos que o sentido de impureza possui o sentido cerimonial, indicando a fragilidade que a mulher se encontra após o parto, como que representativo. “quando uma mulher der à luz um menino será impura durante sete dias, como nos dias de sua menstruação.” (Levítico 12,2). Em outras palavras, isso absolutamente não serve para dizer que Maria é impura por algum pecado.

Respondendo à segunda objeção:

Estas expressões como por exemplo a de Rm 3,23 são expressões gerais, falando de pecado pessoal (leia o contexto: “Porquanto pela observância da lei nenhum homem será justificado diante dele, porque a lei se limita a dar o conhecimento do pecado.(Rm 3,20) e este pecado tratado é pessoal: Todo aquele que peca transgride a lei, porque o pecado é transgressão da lei. (I São João 3,4)). E, sendo uma expressão geral não serve para estritamente todos os homens, uma vez que se o fosse incluiria a Jesus também.

Vejamos a palavra “todos” no grego:

3956 πας pas
que inclue todas as formas de declinação; TDNT – 5:886,795; adj

1) individualmente
1a) cada, todo, algum, tudo, o todo, qualquer um, todas as coisas, qualquer coisa

2) coletivamente
2a) algo de todos os tipos… “todos o seguiam” Todos seguiam a Cristo? “Então, saíam a ter com ele Jerusalém etoda a Judéia”. Foi toda a Judéia ou toda a Jerusalém batizada no Jordão? “Filhinhos,vós sois de Deus”. “O mundo inteiro jaz no Maligno”. O mundo inteiro aqui significatodos? As palavras “mundo” e “todo” são usadas em vários sentidos na Escritura, e raramente a palavra “todos” significa todas as pessoas, tomadas individualmente. As palavras são geralmente usadas para significar que Cristo redimiu alguns de todas as classes — alguns judeus, alguns gentis, alguns ricos, alguns pobres, e não restringiu sua redenção a judeus ou gentios … (C.H. Spurgeon de um sermão sobre a Redenção Particular) [1]

Notemos que “pas” é usado raramente para falar de todos, sem exceções.
Portanto expressões que contenham a ideia de de Rm 3,23 não servem para dizer que Maria tinha o pecado.

Já, nas vezes que não se referem a pecados pessoais, mas ao pecado original, já são refutadas pelo fato de Maria não ter nascido sob o poder do maligno, como disse acima. Por fim, nas expressões que dizem que não há quem seja justo, não significam que Maria era pecadora por causa disso, pois nem Maria sendo imaculada é merecedora da salvação, uma vez que a salvação é graça de Deus. Maria não era justa por si mesma, Maria era justa tendo em vista os méritos de nosso Senhor Jesus Cristo.

Ad maiorem Dei gloriam,

Lucas Henrique

Referências:
[1] Nova Concordância Strong, Exaustiva Concordância da Bíblia
[2] http://www.newadvent.org/bible/index.html

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12 pensamentos sobre “Maria, toda santa!

  1. É mesmo Lucas? Vamos aos fatos: Lc.1.30 desmente esse argumento. Maria também precisou ser salva Lc.1.47; Rm.3.10,23 diz claramente que todos pecaram e não excetua NINGUÉM; Rm.2.11 diz que DEUS não faz distinção de NINGUÉM, ou seja Maria foi um ser humano falho e mortal igual a QUALQUER UM. Rm.11.32 diz que DEUS ENCERROU A TODOS DEBAIXO DO PECADO, E COMO SEMPRE NÃO EXCETUA NINGUÉM. E outra… que divindade é essa que Maria tinha que temeu uma aparição divina? Lc.1.30; e nem sabia do que se tratava Lc.1.29; volto a perguntar… que divindade é essa? Ao contrário de JESUS que sempre soube de tudo e de sua missão… eu, heim!!!

  2. Que falácia Lucas. Maria foi cheia de graça? Com certeza sim. Foi bem aventurada? Mas é claro . Bendita entre as mulheres? Certamente. O que passa disso é só mais um evangelho. Pax vobis. Hélio Bandeira.

    • Eu ainda tenho que aturar patacoadas como essa. Hélio, os apóstolos souberam muito bem que Maria era «CHEIA» da graça de Deus, NINGUÉM mais em todas as Escrituras é chamado com este epíteto. Por esta razão o doutor da graça diz:

      “Devemos excluir a Santa Virgem Maria, a respeito da qual eu não gostaria de levantar qualquer questão quando o assunto é pecados, em honra ao Senhor, porque Dele sabemos qual abundância de graça para vencer o pecado em cada detalhe foi conferido a ela que teve o mérito de conceber e suportar aquele que, sem dúvida, não tinha pecado.”

      E não foi só ele, mas outros cristãos primitivos que testemunharam o mesmo, como citei aqui.

  3. Graça e paz meu caro lucas!
    Lucas não é minha intenção atacar crença de ninguém, jamais, mas sim defender o
    evangelho bíblico. E fato é que o evangelho da bíblia não da nenhuma enfase à Maria mas sim a JESUS Jo5.39, até o próprio SENHOR rechaçou tentativas de adoração a Maria Lc11.27-28. Lucas vocês católicos usam a transformação da água em vinho para alegarem que Maria intercede. Seguindo esse raciocínio eu fiz o seguinte comentário no voz da igreja (que não foi publicado por Henrique):” Se Maria é intercessora por ter feito o pedido a JESUS então eu também posso pedir algo pro “são” centurião de cafarnaum Mt8.5-13 e também pra “são” Jairo Mc5.35-43 e de quebra a “santa” mulher cananéia Mc7.24-30, naquelas ocasiões todos tiveram função de intercessores, a premissa é a mesma. E diga-se de passagem que o pedido deles, é de longe bem mais nobre do que o de Maria, então a regra deve valer pra eles também? Ou não? Como falei a premissa não é a mesma? E no que se refere a “cheio(a) de graça” o epíteto “CHEIO” só se refere a Maria? Rm5.21; 2Cor.12.9; Gn6.8; Pv1.9; Rm1.5; At4.33… me desculpe Lucas… mas toda reflexão gera um ditado popular: “o pior cego é aquele…”

    Pax vobis.

  4. Bom dia,

    Lucas… há pessoas que aparecem em blogs católicos, ao que parece, para tentar convencer uma coisa que realmente não acreditam… que tentam distorcer a palavra de Deus em favor deles mesmos. Como faziam os fariseus e os doutores da lei citados no evangelho e que tentavam a todo momento pegar Jesus em contradição Ex.:
    – é justo pagar impostos a Cesar?
    – A mulher foi pega em flagrante adultério…
    – Etc.

    A esta pessoas Jesus Tem algo a Dizer? Conheceis a verdade e a verdade vos libertará.

    Por tanto caros irmãos, voltai o vosso olhar para Deus e descondicionai os vossos corações para que a graça de Deus seja revelada a vocês. Deus vem lhe mostrando o caminho e a verdade, mas teimam em viver longe da verdade e o pior desprezam-na.
    Perdem o privilégio de estar em comunhão plena com Deus por negarem suas palavras e acharem que sua “sabedoria pessoal” é a única via de salvação.

    Quem tem dúvida pergunta com caridade e respeito. Jesus disse: Daí a outra face…, quem com espada fere…, diz ainda, virão falsos profetas, irão me procurar e não me encontrarão…

    Com todo o respeito aos irmãos protestantes, se realmente conhecessem as escrituras, as tradições a revelação de Deus voltariam a sagrada mãe igreja.

    “Escrevo para que saibas como comportar-te na Igreja, que é a Casa do Deus Vivo, a coluna e o fundamento da Verdade.” (1Tm 3,15).

    Desculpe por não ter colocado as referências…estava com pouco tempo e as passagem muito conhecidas.

    Paz e bem!

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